Por Débora Evangelista
Apenas um tipo de apego e emoções nebulosas podem fazer com que você permaneça preso aquilo que não tem mais força em sua vida. Existe um tipo de fidelidade que não se pode mais cobrar ou doar quando as dobras do tempo já viraram as páginas que só existem em sua memória. Isto não significa que o passado não tenha a sua importância. Você chegou a este momento justamente por ter vivido e aprendido com aquilo que foi com certeza o seu melhor e também o melhor de todas as pessoas que estiveram e ainda estão com você, seja pelo contato direto, sejam pelas memórias que continuam a lhe visitar. É importante forjar uma mente que o auxilie a liberar todas as emoções que ainda cobram sentido naquilo que já perdeu a sua direção. Quando você adota uma postura de que o mundo não lhe ofereceu aquilo que você sente que mereceria, este senso de injustiça pessoal, acaba por ferir e macular a sua conexão com o divino. Perdoar o mundo por não ter garantido aquilo que você vivia como verdade poderá oferecer um novo sentido. Quando você se eleva da condição de vítima das circunstâncias e decide aceitar com sabedoria o aprendizado, e em especial as perdas, então a vida começa a se mostrar com muita clareza e os aspectos mais densos da emoção se diluem na presença. Aquilo que feriu e doeu sempre aparecerá. A dor é parte do processo. Você pode adotar esta memória como motivação para continuar estagnado e ferido, ou resolver buscar os medicamentos que a vida e a sua alma podem encontrar no avanço da consciência e no trabalho sobre si mesmo. Não cultive aquilo que não deseja ver brotar em sua vida. Não carregue o fardo do passado. Permita que o seu coração seja um campo de possibilidades e potencialidades. Não aceite menos. Você pode merece viver bem! Lindo dia!
Débora Evangelista é Terapeuta Holística , pós graduada em Psicologia Positiva, Gestão de Pessoas e Saúde no Trabalho. Agende sua consulta: 55 (019) 99762.0846.
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