Renúncia
Renunciar às próprias misérias é um ato de coragem, ensina o mestre. O apego as condições difíceis da vida, as tristes histórias vividas podem fazer com que o frescor dos novos tempos não sejam desfrutados em sua integralidade.
Renunciar às próprias misérias é um ato de coragem, ensina o mestre. O apego as condições difíceis da vida, as tristes histórias vividas podem fazer com que o frescor dos novos tempos não sejam desfrutados em sua integralidade.
O mestre traz um ensinamento muito precioso que fala sobre conservar um olhar límpido e compassivo ao contemplar o mundo. Observe a si mesmo.
Nas situações de conflitos relacionais será preciso compreender que você faz parte deles. Nunca são “os outros”, como normalmente se pensa quando se está focado na busca da razão própria, mas sempre é você.
O mestre ensina que a intenção deve estar na observação sem reservas ou conclusões, apenas um olhar amplo e tranquilo sobre tudo o que acontece.
As perdas podem marcar profundamente e trazer emoções que durante muito tempo o visitam. Isto é bom, porque sinaliza que elas estão presentes e precisam ser cuidadas.
Sempre que você medita, esvazia, reconhece e silencia, acaba por provocar um estado de atenção plena, onde surge a testemunha que apenas observa sem interferências.
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