Por Débora Evangelista
Sempre que um litígio emerge você deve se perguntar, e isto significa não reagir e sim pausar para refletir, se realmente você precisa envolver-se com “unhas e dentes” ou se você pode viver sem esta necessidade de revidar ou ter razão. Na maioria das vezes estar acima do litígio lhe garante o desenvolvimento de atributos e virtudes salutares que vem do livre pensar e não das vísceras. Avaliar sobre como agir pode significar libertar-se de culpas e ciladas, trabalhar o perdão como liberação e o fluir com a harmonia de sua escolha pela paz. Isto significa ação criativa e conexão pura para vivenciar o próximo capítulo sem grandes alongamentos. Os chamados “ranços” nem fazem morada quando você se decide por escolher abrir a mão do reativo e criar possibilidades. Nem sempre buscar ter razão é ser feliz. Mas usar dela para criar novas formas de viver, pode ser muito bom. Algumas vezes, ensina o mestre, as cartas precisam ser embaralhadas para um novo jogo começar de novo. Esta é a vida, maha-lilah. Esteja disposto a recomeçar se for preciso. Lindo dia!

