Por Débora Evangelista
A vileza não pode ser justificada, pois se assim o for, então não haverá mais espaço para as virtudes. E se nao há espaço para o reconhecimento e prática das virtudes, a possibilidade de evolução está comprometida. Justificar a vileza significa retroceder em todo aparente ganho que a humanidade teve até agora. A luta pela sobrevivência jamais deveria ser uma justificativa para a falta de respeito ou qualquer outro ato vil. O que é grande, nobre e elevado deveria ser condição moral inerente a qualquer ser humano. Esta qualidade moral permite que haja consciência do próprio valor e respeito aos valores do outro. Deste modo, uma ética interpessoal pode vir a nortear ações e decisões pautadas no bem maior. Quando você compartilha de respeito por todas as coisas, então está praticando o bem. O bem, o bom e o belo não são atributos que podem ser trocados ou vendidos e nunca “saem de moda”. Rever valores e buscar um norte digno de sua existência pode ser o começo de um movimento interno que promove reversão e paz. O mestre ensina que a mudança que deseja ver no mundo, começa em você. Recolha-se às suas virtudes, fortaleça seus valores e exerça seu direito de ser e fazer o mundo cada vez melhor. Lindo dia!
Débora Evangelista é uma terapeuta integrativa com mais de 30 anos de atuação, que une tradição, sabedoria e espiritualidade em um processo profundo e individualizado de desenvolvimento humano.
Sua abordagem une o sagrado e o cotidiano, acolhendo o indivíduo em sua singularidade, respeitando sua história, seu tempo e sua natureza essencial. Agende sua consulta: 55 (019) 99762.0846. Link na bio

