Por Débora Evangelista
Quando você acha que tudo pode ser previsto e medido, então saiba que você pode ter perdido o contato com todo o fluxo criativo que está disponível para você. Quando você não se abre para o mistério, mas procura ter tudo sob seu controle, saiba que você pode estar desconectado do seu Eu Divino. Quando a mente sobrepuja todas as outras dimensões do Ser, o desequilíbrio se manifesta como soberba e pretensão. A mente tagarela toma à frente e passa a significar tudo o que acontece sem passar pelo crivo das dimensões do coração e do próprio corpo. Com a base da personalidade comprometida e dominada pela mente, o acesso às fontes mais sutis é interrompido enquanto percepção. Um eu ilusório e idealizado passa a comandar uma vida aparentemente de sucesso e certezas, mas se observar mais de perto, sem nenhum brilho ou vitalidade. É o comportamento mecanizado, a ausência de respostas de prontidão eficazes e criativas, o uso de substâncias para melhorar a performance… é o vazio que chega disfarçado de contente. Aqui uma transformação se faz necessária. Observe o quão você está presente nas situações e diminua o ritmo mental. Busque ajuda se os sintomas permanecerem. Entre ter razão ou ser feliz, adote o caminho do meio: seja consciente. Lindo dia!

