Por Débora Evangelista
Reconhecer no outro a divina presença é um exercício diário. Nem sempre fácil quando as personalidades não desfrutam de afinidades ou interesses mútuos. O mestre ensina que em qualquer tipo de relação é aconselhável buscar pontos em comum. Isto pode ser um bom caminho para gerir conflitos. Caso isto não possa ser feito, o afastamento pode ser uma saída, desde que a distância não sirva de força motivadora para prolongar e cultivar mágoas, litígios e ataques velados. Liberar e prosseguir são formas de viver bem. Compreender que o outro ou você mesmo não nasceram para atender expectativas alheias é sinal de inteligência. Adote o viva e deixe viver. Saudável, maduro e justo. Lindo dia!

